Regional

Região começa a vacinar quase 400 mil cabeças de gado

Rebanho na região de Marília conta com quase 400 mil cabeças de gado (Foto: Divulgação)

Teve início nesta segunda-feira (1º) a campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa, em todo o território nacional. A região de Marília conta com mais de 398 mil cabeças de gado. Todos os animais devem ser vacinados até o dia 31 de maio.

De acordo com dados do Escritório de Defesa Agropecuária (EDA) de Marília, a região conta com 2.400 propriedades e 398 mil cabeças de gado. Além de Marília, a regional conta com as cidades de Álvaro de Carvalho, Alvinlândia, Fernão, Gália, Garça, Lupércio, Ocauçu, Oriente, Oscar Bressane, Pompeia, Quintana e Vera Cruz.

Diferente da campanha de 2022, nesta etapa, deverão ser vacinados bovinos e bubalinos de todas as faixas etárias, o que corresponde a 11 milhões de animais em todo país.

O prazo para imunização do rebanho se encerra no dia 31 de maio e o produtor rural tem até o dia 7 de junho para declarar a vacinação e atualizar o saldo do rebanho de bovinos e bubalinos e demais espécies (suínos, caprinos, ovinos, equinos e outros), através do sistema informatizado de gestão de defesa vegetal e animal (Gedave).

Mesmo antes do início da campanha, as equipes da Defesa Agropecuária percorrem os estabelecimentos que comercializam a vacina para verificar, além do estoque existente, as condições de armazenamento e temperatura.

Durante o mês da campanha vão a campo fiscalizar, de modo amostral, as vacinações. Nesse procedimento realizam a verificação da documentação de compra das vacinas, a conservação do produto, o número de animais, a aplicação da vacina e as boas práticas de manejo.

RECOMENDAÇÕES

As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C – desde a aquisição até o momento da aplicação – incluindo o transporte e uso já na fazenda. Devem ainda ser utilizadas agulhas novas para aplicação da dose de 2ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.

O produtor deve fazer a comprovação junto ao órgão executor de defesa sanitária animal. A declaração da vacina pode ser entregue de forma on-line ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados.

Em caso de dúvidas, a orientação é para que procurem o órgão executor de defesa sanitária animal.

Alcyr Netto

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