Desde 2020, a economia brasileira atravessa um ciclo de fortes ajustes. A pandemia desorganizou cadeias produtivas, encareceu insumos, reduziu mão de obra disponível na construção civil e trouxe inflação relevante ao setor. O Índice Nacional da Construção Civil (INCC) acumulou altas expressivas nos últimos anos, pressionando custos e exigindo das empresas gestão, capital e planejamento. Em um país de ciclos econômicos marcados por oscilações de crédito e juros, ocupando a segunda posição de maior taxa real de juros do mundo, construir bem deixou de ser apenas uma questão estética – passou a ser uma questão de solidez empresarial e visão de longo prazo.
O mercado brasileiro já viveu traumas que ensinaram essa lição da forma mais dura. O caso da Encol, nos anos 1990, deixou mais de 42 mil famílias sem seus apartamentos e centenas de obras inacabadas pelo país, inclusive no Estado de São Paulo. Esses “esqueletos” urbanos ainda são lembrados como alerta: escolher um imóvel é, antes de tudo, escolher quem o constrói. Em um setor onde, à primeira vista, parece simples erguer paredes, poucos grupos têm estrutura financeira e governança para atravessar crises sem comprometer entregas e garantias.
A construção civil, por natureza, entrega um bem durável. Um apartamento não se consome em poucos meses; ele acompanha décadas da vida de uma família e, muitas vezes, atravessa gerações. Por isso, o preço inicial não pode ser o único critério de escolha. Qualidade de projeto, seleção de materiais, desempenho térmico e acústico, eficiência das instalações e assistência técnica pós-obra influenciam diretamente o custo ao longo do tempo. Problemas podem surgir – afinal, trata-se de um setor com forte componente artesanal. Porém, o que distingue uma construtora é a forma como se trabalha: com compromisso, transparência e presença ao lado do morador.
Por outro lado, o setor evoluiu. O Brasil segue com déficit habitacional relevante, estimado em mais de cinco milhões de moradias, e programas como o Minha Casa Minha Vida voltaram a ganhar força, ampliando acesso ao crédito. Novas tecnologias construtivas, automação residencial, métodos mais industrializados e projetos cada vez mais sofisticados elevam o padrão das edificações. Em cidades médias como Marília, esse movimento é visível: empreendimentos mais eficientes, melhor aproveitamento de terrenos e soluções que valorizam conforto, durabilidade e valorização dos bairros.
É nesse cenário que empresas resilientes se destacam. O Grupo Bild, por exemplo, que reúne a Bild e a Vitta Residencial, está presente em mais de 26 cidades, já entregou mais de 170 empreendimentos e ultrapassou a marca de 59 mil unidades lançadas, mantendo atuação regional próxima às localidades onde investe.
Construir bem é pensar no futuro – no desempenho do edifício, na manutenção ao longo do tempo, na assistência disponível e na solidez de quem assina a obra. No fim, mais do que adquirir um imóvel atraente, o cliente escolhe previsibilidade, segurança e tranquilidade para os próximos anos. É essa visão de longo prazo que transforma uma obra em patrimônio e uma compra em investimento de vida.
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Brian Pieroni é engenheiro e diretor da Bild Desenvolvimento Imobiliário em Marília.
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