Com alerta para que a população não baixe a guarda para a Covid-19, a Secretaria Municipal da Saúde de Marília vê sinais de melhora no cenário da pandemia na cidade, em relação à pressão nas unidades de pronto atendimento. Dados animadores foram divulgados nesta quarta-feira (30).
O prefeito Daniel Alonso (PSDB), ao anunciar a vacinação para quem tem 35 anos ou mais, no início da semana, já havia comentando indícios de retração da pandemia. O chefe do Executivo atribuiu a boa perspectiva ao avanço da campanha de imunização.
O Pronto Atendimento (PA) da zona Sul – administrado pela Prefeitura – chegou a zerar o número de pacientes em leito de apoio em terapia intensiva (UTI). Também não havia, quando o relatório foi divulgado, nenhuma pessoa em Intubação Orotraqueal (IOT) na unidade.
Havia, ainda, dois pacientes com sintomas de Covid na enfermaria, um deles com insuficiência respiratória, recebendo oxigênio em máscara de Hudson.
Situação também estava melhor na Unidade Pronto Atendimento (UPA) da zona Norte, com um paciente em terapia intensiva, mas nenhum com necessidade de intubação. O serviço – administrado pelo Hospital Beneficente Unimar – atendia um paciente em oxigenoterapia por máscara.
Já no Polo Covid do Nova Marília, instalado com leitos de apoio em prédio anexo da Unidade Básica de Saúde (UBS), quatro pessoas estavam em atendimento.
“Diminuiu foi a pressão na porta de entrada das unidades de pronto atendimento”, confirmou o secretário da Saúde de Marília, Cassio Luiz Pinto Júnior. A situação, explicou, é dinâmica e pode variar em horas, mas os últimos relatórios enviados pelos e serviços de saúde são um alento.
REDE HOSPITALAR
Já a pressão sobre a rede hospitalar segue em patamares elevados em toda a região. Em Marília, há indícios de melhora, porém ainda tímida.
Os boletins diários com dados de taxa de ocupação de leitos de UTI na rede pública e particular, que mostrava desde o dia 20 de junho lotação de 100% no Sistema Único de Saúde (SUS), registrou 98,84% na terça e na quarta-feira (dias 29 e 30).
Isso significa que 85, dos 86 leitos instalados na cidade, estavam ocupados por pacientes com sintomas da Covid-19. A rede privada – 33 leitos – segue ocupada em sua totalidade.
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