O governo Daniel Alonso (PSDB) realizou por meio de convênios municipais 4.887 cirurgias de catarata em seus primeiros três anos. No mesmo período, o governo Vinicius Camarinha (PSB) fez apenas 1.667.
Os procedimentos são feitos em parceria com o município pela Santa Casa de Marília e o Hospital Beneficente Unimar (HBU). Os recursos, porém, são do Sistema Único de Saúde (SUS).
O aumento de procedimento nos períodos comparados foi de 193% – ou seja, quase três vezes. Em 2018, por exemplo, houve um grande multirão que durou três meses focado em cirurgias eletivas.
Naquele ano a gestão foi beneficiada por uma portaria do Ministério da Saúde que conseguiu R$ 52 milhões para esse tipo de procedimento em todo o Estado.
Nos últimos três anos não houve aumento somente nos casos de cirurgias de catarata em Marília. A quantidade de outros procedimentos eletivos – que podem ser agendados, não são urgentes – também cresceu significativamente.
Fora catarata, foram 17.458 cirurgias eletivas entre 2017 e 2019 e 12.204 nos três primeiros anos da gestão passada. O aumento foi de 43%.
Desde o começo do atual governo, depois da catarata e procedimento com cirurgias múltiplas, a cirurgia para retirada de vesícula biliar foi a mais registrada (937), seguida do procedimento cirúrgico em varizes (716), implantação de stent (663), vasectomia (652) e circuncisão (652).
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