A exemplo de Bauru e outras cidades do Estado, a Prefeitura de Marília estuda a concessão de subsídio para a população, com a finalidade de custear passagens do transporte público coletivo.
Em nota, a Empresa de Mobilidade Urbana de Marília (Emdurb) informa que “por força de contrato assinado pelo ex-prefeito municipal Vinícius Camarinha (2013-2016), o município é obrigado a cumprir a lei e conceder a atualização monetária da tarifa do transporte coletivo, justamente para que fique estabelecido o equilíbrio financeiro das empresas do transporte coletivo.”
De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, a administração sempre procurou garantir a alternativa de transporte coletivo ao menor preço possível. “Inicialmente, as empresas solicitaram que o reajuste da tarifa fosse de R$ 8,10, contudo a Emdurb autorizou R$ 5,75 (que ainda não entrou em vigor, mas previsto para 20 de março de 2024)”, completa o texto.
Agora, o prefeito de Marília, Daniel Alonso (sem partido), estuda a concessão de subsídio para custear as passagens, como acontece em Ribeirão Preto (onde o preço da passagem é R$ 7,50, mas a Prefeitura subsidia R$ 2,50 e a população paga R$ 5).
“A capital São Paulo, por exemplo, subsidia com R$ 7,7 bilhões o transporte coletivo e outras cidades (como Bauru) também adotaram o subsídio como forma de mitigar o impacto financeiro nos usuários, após as consequências econômicas causadas pela pandemia de Covid-19”, conclui a nota.
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