Nove homens foram presos na noite desta quarta-feira (5) envolvidos em suposto esquema de adulteração de cervejas em Marília. Conforme informações da Polícia, mais de 12 mil unidades preparadas para a venda foram apreendidas.
O grupo utilizava um galpão localizado na rua Anita Garibaldi, na zona Sul da cidade, para centralizar as atividades de linha de produção para a troca de tampinhas e rótulos das bebidas.
Com a troca dos rótulos, os criminosos agregavam até 150% de valor a uma marca pouco conhecida.
Ainda conforme informações policiais, o grupo comprava grandes quantidades de cervejas da marca “Colina”, encontrada à venda no mercado por cerca de R$ 3,80 a unidade de 600 ml, e comercializava a valores próximos de R$ 9,00 ao receberem rótulos e tampinhas das marcas “Skol” e “Original”.
Conforme registro da ocorrência, a operação teve início quando policiais que atuavam no patrulhamento observaram que um dos envolvidos, que deixava o local às 21h30, voltou apressado para o interior do imóvel ao notar a viatura.
O comportamento chamou a atenção da equipe, que localizou dentro do barracão um caminhão utilizado para o transporte dos produtos, além de 504 engradados de cerveja que totalizaram 12.096 unidades já adulteradas e preparadas para a venda.
Também foram encontrados R$ 1.072,00 em dinheiro, rótulos novos, cola e apetrechos para fixação das tampinhas.
Na ação, os policiais também apreenderam uma série de documentos e aparelhos celulares para identificação de outras pessoas possivelmente envolvidas no esquema. Notas fiscais e outros documentos também serão analisados para traçar as destinações e vítimas dos produtos.
O delegado plantonista da Central de Polícia Judiciária, Gustavo Pozzer, também esteve no local com a Perícia Técnico-Científica. No decorrer da ocorrência um dos presos foi encontrado escondido no telhado; ele teria se ferido durante a tentativa de fuga, mas também acabou preso.
O imóvel onde funcionava a linha de produção foi lacrado pela Polícia. Ainda conforme o registro, a maioria dos homens presos são de outras cidades e estados, um dos motivos que levou à prisão preventiva de todos os envolvidos.
Os integrantes do grupo podem responder pelos crimes de falsificação, corrupção, adulteração de produtos e associação criminosa.
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