“Reconhecemos que o gesto tem um significado particular no Brasil [e só recebemos demandas de mídia do Brasil], mas lembramos que os Jogos Olímpicos são um evento internacional, com um público internacional.”
Foi dessa forma que o chefe da comunicação da Federação Internacional de Ginástica, Paul O’Neil, minimizou a polêmica em torno de um gesto feito pela treinadora de ginástica rítmica húngara Noémi Gelle, durante as provas nas Olimpíadas de Paris, nesta quinta-feira (8).
Sentada na área de competição, enquanto aguardava a nota de sua ginasta, a treinadora fez um sinal interpretado como supremacista branco, com indicador e polegar unidos e os outros três dedos bem abertos.
Ele é semelhante ao sinal de “OK” em muitas culturas, mas também pode ser usado no sentido de “White Power”, “Poder Branco”, porque a posição dos dedos se lembra as letras “WP”.
Captada pela transmissão de TV, a cena viralizou. No Brasil, tornou-se um tópico de discussão nas redes sociais desde quinta.
Por outro lado, a FIG condenou o “abuso em sua conta nas redes sociais” sofrido desde o início da controvérsia pela ginasta Fanni Pigniczki, treinada por Gelle. “Não há lugar para isso na ginástica, e a FIG condena nos termos mais fortes possíveis.”
O’Neil reproduziu, como já havia feito na véspera, texto do site da Liga Anti-Difamação, recomendando cautela antes de interpretar o sinal feito por Gelle como supremacista.
***
POR ANDRÉ FONTENELLE
Acidente com morte em Marília no ano de 2024; em 2025 números aumentaram 250% nas…
Espaço antes tomado pelo mato agora está limpo novamente (Foto: Divulgação) O estádio varzeano Pedro…
O desperdício, nem sempre está associado a grandes excessos. Muitas vezes, ele surge de situações…
"É uma alegria enorme ver que a Saúde hoje é tratada como prioridade. A reforma…
Disputa de bola alta no primeiro tempo da partida (Foto: Matheus Dahsan/Assessoria Imprensa MAC) O…
José Pedro faleceu ontem, sexta-feira, dia 30 de janeiro de 2026, e o seu sepultamento…
This website uses cookies.