O prefeito de Marília, Daniel Alonso (PSDB), acolheu o parecer da Comissão Especial instaurada em julho deste ano e vai cobrar individualmente vereadores que receberam valores irregulares entre 2009 e 2019. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (23).
O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) vinha exigindo que a Prefeitura providenciasse as medidas necessárias para a devolução aos cofres públicos.
A dúvida era se o pagamento deveria ser feito por cada parlamentar ou pelos ordenadores das despesas naquele período.
Ou seja, o atual secretário municipal de Esportes, Eduardo Nascimento (chefe do Legislativo em 2009-2010), e Yoshio Takaoka (2011-2012).
Entre os atuais vereadores que também exerciam mandato naquela época e receberam o dinheiro estão Wilson Damasceno (PSDB), José Carlos Albuquerque (PRB) e Mario Coraini (PTB).
Só em 2012, segundo apuração junto ao TCE, o Legislativo promoveu pagamentos a mais no valor de R$ 237.997,16 e ainda ocorreram “gratificações indevidas, gastos com diárias irregulares aos vereadores”.
Em 2010 parlamentares faturaram R$ 206.616,33 por meio de “aumento indevido” dos próprios salários.
O valor total – incluindo 2011 e 2012- não foi informado, mas deve ser muito maior e com acréscimo de juros e multas.
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