Prefeitura foi criticada por ONG que fiscaliza os gastos públicos
A recém lançada “economia de guerra” pela Prefeitura tem por objetivo diminuir os gastos públicos. Porém, na contramão dessa medida, nessa semana a administração municipal pagou fora da ordem cronológica (o que não é permitido por lei) à empresa Vilson dos Santos Demarchi ME a quantia de R$ 20.260,00.
Segundo o artigo 5º da Lei nº 8.666, que trata das normas para licitações e contratos da Administração Pública, deve ser obedecida a ordem cronológica para os pagamentos, salvo quando se tratar de motivo relevante e de interesse público e mediante prévia justificativa. Porém, a locação de aparelhagem de som não se classifica como serviços essenciais ao município.
Diante disso, em agosto deste ano o Ministério Público acolheu representação da ONG Marília Transparente e instaurou um inquérito para investigar os constantes pagamentos pela Prefeitura a essa empresa.
No dia 29 de agosto, a empresa foi a vencedora de mais uma licitação, perpetuando-se no fornecimento de aluguel de aparelhagem de som à Prefeitura.
Somente em 2014, foram pagos R$ 515.193,93. Em 2013, a Prefeitura pagou R$ 256.444,30 e em 2012 o valor foi de R$ 306.040,00. Desde 2007, a Vilson dos Santos já recebeu da administração R$ 1.535.662,82.
“Com esse valor gasto em aluguel, não seria mais econômico comprar a própria aparelhagem?”, criticou a Matra em nota.
Com informações da Matra
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