Nelsinho, como é conhecido, e seu antigo assessor, André Felizardo Jacinto, foram acusados de exigir 10% de propina de uma empresa de construção e terraplanagem, que recebia da prefeitura entre os meses de dezembro de 2009 a junho de 2010.
Segundo denúncia do Ministério Público, Nelsinho recebeu R$ 75,8 mil da empresa CJWD. Além disso, o homem que virou um dos símbolos da corrupção em Marília, repassava à empreiteira despesas pessoais.
Grancieri e Jacinto foram condenados à perda das funções públicas e suspensão dos direitos políticos por dez anos. Nelsinho ainda terá que ressarcir os cofres públicos em pouco mais de R$ 151 mil.
OUTRA CONDENAÇÃO
Em junho do ano passado, Nelsinho também foi condenado a seis anos de prisão em regime semiaberto, além de multa. Ele respondia pelos crimes de peculato e fraude em licitação. Segundo a denúncia de 2011, Nelsinho e o outro réu, Reinaldo Fernandes, desviaram da Prefeitura em proveito próprio R$221.353,40.
Esta condenação corresponde a acusação de irregularidades em notas fiscais e de empenho de consertos de veículos da frota municipal.
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