Aerial view of the Olympic Park in Rio de Janeiro, Brazil, on July 26, 2016. The Rio 2016 Olympic and Paralympic Games will be held in Brazil from August 5-21 and September 7-18 respectively. / AFP PHOTO / YASUYOSHI CHIBA
Três anos depois dos Jogos do Rio-2016, o Parque Olímpico da Barra enfrenta problemas de conservação e falta de pessoal para fazer a manutenção do espaço. Inspeção realizado pelo Ministério Público Federal (MPF) no Centro Olímpico de Tênis, no Velódromo e nas Arenas Cariocas 1 e 2 apontou “precariedade na gestão patrimonial” e outras falhas.
O Estado teve acesso ao relatório feito pelo MPF. Fotos mostram um almoxarifado improvisado no Centro de Tênis, com centenas de equipamentos amontoados como cabos, baterias e estruturas provisórias.
Desde o fim da Autoridade de Governança do Legado Olímpico (Aglo), em 30 de junho, o Parque está sob a gestão da Secretaria Especial do Esporte, vinculada ao Ministério da Cidadania. Houve cortes de verba e funcionários. A Aglo era uma autarquia ligada ao antigo Ministério do Esporte criada em 2017 para administrar as Arenas Carioca 1 e 2, o Velódromo e o Centro Olímpico de Tênis e negociar parcerias com a iniciativa privada para encontrar uma destinação aos espaços. Agora cabe ao Ministério da Cidadania, em conjunto com o Ministério da Economia, definir como ficará a gestão do Parque Olímpico nos próximos meses.
Durante inspeção no mês passado, o MPF constatou que nove agentes públicos estavam atuando no local. O Parque ocupa uma área de 1,18 milhão de metros quadrados. Quando foi criada, em 2017, a Aglo tinha 95 funcionários e, após redução no quadro, nos últimos meses 70 pessoas estavam trabalhavam na autarquia federal.
No relatório feito após a visita ao Parque, o MPF ataca o número de agentes destacados para cuidar do local. “O Ministério da Cidadania mantém equipe mínima para operação das arenas, mas insuficiente para controle e gestão dos quatro equipamentos sob a responsabilidade do ministério”. Em nota enviada ao Estado, a Secretaria Especial do Esporte informou que “está finalizando o processo para ajustar a quantidade de servidores que ficarão responsáveis pelo Parque Olímpico”.
A acessibilidade dos espaços é outro ponto questionado pelo MPF. Há problemas com relação aos contratos dos elevadores, que não estão funcionando e não há data para voltar a funcionar. “O processo licitatório para contratação da empresa especializada está em processo de conclusão”, informou a Secretaria Especial do Esporte.
O MPF também critica a falta de um inventário sobre o material guardado no Parque Olímpico. No prédio anexo à quadra externa do Centro de Tênis, por exemplo, estão armazenados materiais retirados de outros locais que, na avaliação dos procuradores do MPF, poderiam ser reutilizados dentro do próprio Parque. O prédio, inclusive, apresenta várias rachaduras e manchas de infiltração. Em relação ao inventário, a Secretaria Especial do Esporte alega que o documento passa por ajustes finais para divulgação.
Em inquérito civil público, o Grupo de Trabalho Olimpíada Rio-2016, do MPF, expediu ofícios à Secretaria Nacional de Esportes cobrando esclarecimentos do órgão.
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