Uma moradora do Parque das Esmeraldas, na zona leste de Marília, que vive sozinha e tem histórico de contas de água e esgoto em torno de R$ 60, contesta uma cobrança de R$ 600 (+900%) emitida pela concessionária RIC Ambiental. O que mais revoltou a família da idosa foi a negativa de um pedido de reconsideração, mesmo após a apresentação de um laudo técnico que comprovava a ausência de vazamentos na residência.
Segundo a moradora, que prefere não ter o nome divulgado, a conta de água e esgoto, que normalmente custava cerca de R$ 60 — valor compatível com o consumo de uma pessoa sozinha —, subitamente atingiu R$ 600.
Um profissional foi contratado para verificar a existência de vazamentos, mas nada foi constatado. Ele emitiu um laudo confirmando a inexistência de problemas que justificassem o aumento. No mês seguinte, o valor retornou ao patamar habitual.
Apesar da evidência técnica, a RIC Ambiental negou o pedido de revisão da cobrança, o que deixou a família inconformada.
“Se houvesse um vazamento persistente, a conta teria vindo novamente em R$ 600 no mês seguinte. Mas o valor voltou ao normal, só que eles não admitem o erro e insistem em cobrar por algo que não foi consumido”, relatou.
OUTRO LADO
Em nota, a RIC Ambiental afirmou que foi feita uma análise da solicitação de revisão de conta feito pelo cliente, que questionou o valor da fatura referente ao mês de julho de 2025.
“Após avaliação criteriosa, foi constatado que a leitura do hidrômetro foi realizada de forma correta, sequencial e registrada com precisão, não havendo qualquer indício de falha no equipamento ou erro de medição”, afirmou.
A concessionária ainda destacou que o pedido de revisão teria sido protocolado no dia 25 de agosto, fora do prazo, que teria vencido no dia 29 de julho.
“Sobre a documentação apresentada, o único laudo entregue, emitido por um prestador de serviços, limitou-se a atestar a inexistência de vazamentos aparentes. Contudo, além de não detalhar a metodologia utilizada, não foi emitido por empresa especializada em serviços hidráulicos, não sendo, portanto, suficiente para excluir a possibilidade de vazamentos invisíveis”, disse.
A concessionária ressaltou que, segundo o perfil do imóvel, trata-se de uma residência com piscina, fator que naturalmente pode elevar o consumo de água, ainda que não haja comprovação direta de que o aumento registrado esteja relacionado à manutenção da mesma ou de seus equipamentos.
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