Polícia

Ministério Público começa a denunciar presos por tráfico na Operação Synthlux

Apreensão feita pela Dise durante operação Synthlux em Marília (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

O Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) começou a denunciar os jovens presos durante a Operação Synthlux da Polícia Civil. A ação foi deflagrada no início de fevereiro, com o objetivo de combater o tráfico de drogas em Marília.

Pelo menos dois dos acusados já foram denunciados e aguardam o posicionamento da Justiça. Segundo a polícia, a quadrilha movimentou pelo menos R$ 1,3 milhão em curto espaço de tempo.

De acordo com o promotor de Justiça Reginaldo César Faquim, os dois denunciados são pessoas de classe média que integravam organização criminosa destinada ao comércio ilícito de entorpecentes. Nas residências dos suspeitos, os policiais civis localizaram maconha e drogas sintéticas.

Segundo a acusação, as informações dão conta que os acusados comercializavam especialmente haxixe, em diversos tipos. Um deles seria o responsável pelo cultivo e armazenamento de drogas, enquanto o outro é apontado por praticar a venda.

Na casa de um deles os investigadores apreenderam um pote com resquícios de maconha, um estojo, várias embalagens tipo “zip lock”; um selo com certificado, um estojo plástico laranja com resquícios de maconha, folhas de caderno com anotações manuscritas, três comprimidos de ecstasy, três pontos de “LSD”, uma porção de maconha, uma balança de precisão envolvida em plástico transparente, além de R$ 270 em dinheiro.

No imóvel do outro denunciado, os policiais civis encontraram dois comprimidos de MDMA, seis porções de haxixe, dois saquinhos plásticos com sementes de maconha e quatro frascos de tamanhos diversos, contendo porções de maconha. Ainda foi apreendida a quantia de R$ 220 em dinheiro, equipamentos de informática e um celular.

Os dois suspeitos foram denunciados e a Justiça deve decidir nos próximos dias se aceita a denúncia para dar andamento ao processo. Se forem condenados por tráfico de drogas e associação para o crime, ambos podem pegar pena de até 25 anos de prisão.

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Alcyr Netto

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