Sem a queda no desmatamento, o Brasil só conseguirá atingir suas metas climáticas, previstas no Acordo de Paris, se mudar completamente seus setores industriais e de energia e ainda comprar créditos de carbono de outros países. Isso pode levar a custo de US$ 5 trilhões até 2050. A conta foi apresentada nesta terça-feira, 10, pelo pesquisador Raoni Rajão, da Universidade Federal de Minas (UFMG), na Conferência do Clima de Madri. Rajão atualizou um trabalho publicado em 2018 na revista científica Nature Climate Change.
Na ocasião, foi calculado que o Brasil, sob governo Temer, vivia um momento de governança intermediária – ou seja, as políticas públicas para conter o desmatamento, como fiscalização e aplicação de multas aos infratores, eram consideradas de nível médio. O período anterior, em que houve queda de desmate de 83% desde 2004, foi o que consideraram uma governança forte.
“Não estamos mais num cenário de governança intermediária, mas de fraca. De 2018 para 2019, houve uma mudança de tendência da curva do desmatamento e isso tem impacto sobre as emissões. Com isso, mesmo a meta para 2025 (de reduzir as emissões do Brasil em 37%) torna-se inviável”, afirma Rajão. “Não vai ter jeito de alcançar a meta só com esforços nacionais em outros setores.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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