Vários estudos feitos por analistas mostram quais caminhos o governo brasileiro pode adotar para resolver o dilema das contas públicas. Um ponto de partida seria melhorar a gestão de programas sociais e fazer a revisão do Cadastro Único – o que poderia trazer uma economia de R$ 28 bilhões por ano, segundo Gabriel Leal de Barros, economista-chefe da Ryo Asset.
Em 2022, houve um forte crescimento na quantidade de famílias compostas por apenas um integrante – chamadas de unipessoais – incluídas no Cadastro Único. O governo já confirmou que haverá uma revisão na base de dados.
Marcos Mendes, pesquisador associado do Insper, aponta a reoneração do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) e a redução de benefícios tributários – mas reforça os entraves políticos. “Desde o governo Temer, muito se fala e se tenta reduzir esses benefícios, mas sempre há restrições políticas”, diz.
Um outro caminho poderia se dar com a venda de ativos, mas o governo já descartou um avanço em privatizações. “Sem venda de ativos, é muito difícil ter a estabilização da dívida no curto prazo”, diz Flávio Serrano, economista da BlueLine Asset Management.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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