Maior parte dos acidentes graves, que resultam em mortes, acontecem no Contorno de Marília (Foto: Alcyr Netto/Marília Notícia)
Marília apresenta, neste ano, uma estatística de trânsito ao mesmo tempo complexa e preocupante. Apesar da queda significativa no número total de colisões nos primeiros seis meses de 2025 — de 772 para 665 registros, uma redução de 13,86% em relação ao mesmo período de 2024 —, a cidade enfrenta um aumento nas mortes, sobretudo em rodovias.
Até o momento, 21 pessoas perderam a vida no trânsito em Marília, número 16,67% maior do que as 18 mortes registradas nos primeiros sete meses do ano passado.
A redução nos acidentes coincide com a decisão do prefeito Vinicius Camarinha (PSDB) de retirar os radares de velocidade das ruas no início do ano. As ocorrências fatais migraram para as vias de alta velocidade. Das 21 mortes contabilizadas em 2025, 12 ocorreram em rodovias, o equivalente a 57,14% do total.
A rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294) lidera os registros, com oito óbitos. Em seguida, aparecem a Rodovia Transbrasiliana (BR-153), com três, e a Rachid Rayes (SP-333) e a Dona Leonor Mendes de Barros (SP-333), com uma morte cada.
Em contraste, as nove mortes ocorridas na área urbana de Marília (42,86%) não se relacionam com os antigos pontos onde havia radares. A avenida João Ramalho registrou duas vítimas fatais, enquanto a avenida Pedro de Toledo, a rua dos Gerânios e a avenida Tomé de Souza tiveram uma morte cada.
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