A Secretaria de Saúde do Município de Marília confirmou nesta segunda-feira (27) a existência de 528 casos de dengue positivos na cidade desde o começo do ano. Ao todo são aguardados resultados de 3.021 exames.
A informação oficial é de que não existe nenhuma morte confirmada por conta da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, mas dois óbitos estão sob investigação.
Liraa
As regiões de Marília com situação mais grave de infestação do Aedes aegypti são as proximidades do bairro Cascata, na zona Leste, e Santa Antonieta, na zona Norte. Respectivamente foram encontradas larvas em 8,3% e 7,69% dos imóveis dessas áreas.
O último Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) realizado em Marília, no mês passado, indicou a presença de larvas do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya em 5,3% dos imóveis pesquisados em todo o município.
O índice é considerado alto e, além disso, a cidade já vive situação de epidemia, o que torna o quadro ainda mais grave. Por outro lado, existem municípios paulistas em situação muito pior, como Bauru e São José do Rio Preto.
O Ministério da Saúde considera que índices inferiores a 1.0 indicam “condições satisfatórias”; de 1.0 a 3.9, “situação de alerta”. Quando acima de 3.9, a infestação representa “risco de surto de dengue”.
Em fevereiro o mesmo índice apontou para a presença de larvas em 2,6% dos imóveis verificados.
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