(Reprodução/Isdel)
O Índice Sebrae de Desenvolvimento Econômico Local (Isdel), idealizado pelo Sebrae de Minas Gerais, colocou Marília na 30ª posição do ranking paulista e 67º no nacional. O levantamento foi divulgado em dezembro.
São avaliados indicadores agrupados nas categorias capital empreendedor, tecido empresarial, governança para o desenvolvimento, organização produtiva e inserção competitiva. Veja no final desta matéria a listagem detalhada dos municípios paulistas.
A nota conferida a cada cidade varia entre zero e um e Marília obteve 0,4656. A cidade ficou abaixo da média estadual, que foi de 0,5384.
O melhor desemprenho do município foi obtido no quesito capital empreendedor, que leva em conta escolaridade, taxa de atendimento, abandono, vulnerabilidade social, densidade de empresas, renda per capita e nota da Prova Brasil.
Nessa área específica a nota de Marília foi 0,7056 e ficou acima da média estadual. Enquanto no campo governança para o desenvolvimento (quantidade de conselhos, transparência, planejamento urbano etc), a cidade ficou praticamente empatada com o nível paulista, 0,5564.
Os piores desempenhos de Marília são nos quesitos inserção competitiva (0,1601 ante 0,3618 em SP) e tecido empresarial (0,2210 ante 0,3650 em SP).
São levados em conta na nota de inserção competitiva fatores como valor e diversificação das exportações e índice de complexidade econômica.
No segundo caso, o Sebrae observa as atividades de organizações associativas, de entidades sociais e seus programas e ações.
No que diz respeito à organização produtiva o município recebeu nota 0,4594 enquanto a média estadual ficou em 0,5807. São avaliados a aglomeração produtiva, inovação, infraestrutura e serviços financeiros.
O ranking paulista do Isdel coloca a capital do Estado com a melhor nota (0,796) e com Campinas (0,579) logo atrás.
Na frente de Marília aparecem cidades como Bauru (0,496), Ribeirão Preto (0,492), São José do Rio Preto (0,475) e São Carlos (0,471).
(Reprodução/Isdel)
Entenda
O índice é elaborado com base no cruzamento de 30 indicadores de fontes oficiais e segundo o Sebrae, quanto maior o resultado do Índice, maiores são as condições para o crescimento econômico e social.
A grande vantagem do indicador é permite a comparação de municípios com portes semelhantes e graus de desenvolvimento diferentes para ver onde que estão as oportunidades e as fragilidades em relação aos fatores de desenvolvimento.
Com isso, conforme o Sebrae, se torna possível gerar políticas públicas mais objetivas e eficientes.
“O objetivo é permitir aos gestores públicos e agentes de desenvolvimento que olhem para seu território e identifiquem com clareza onde devem ser concentrados os principais esforços para que se faça um desenvolvimento social inclusivo, econômico e sustentável com uma visão de futuro positivo”, afirma a entidade responsável pelo estudo.
(Reprodução/Isdel)
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