Nebulização é uma das alternativas para tentar controlar a dengue em Marília (Foto: Arquivo/MN)
Marília deve receber, nos próximos dias, R$ 211.426,96 para o combate à dengue e outras arboviroses, como chikungunya e zika. A verba a ser repassada pelo governo federal chega em boa hora, uma vez que este período do ano, mais chuvoso, acarreta em maior proliferação do mosquito transmissor, o Aedes aegypti.
O recurso faz parte de um investimento superior a R$34 milhões, feito pelo Ministério da Saúde, sendo R$ 22 milhões só para 52 municípios paulistas. Na região, Assis (R$ 90.227,95), Bauru (R$ 337.342,50) e Ourinhos (R$ 92.506,58) também devem receber o repasse.
Do início do ano até 9 de dezembro, Marília registrou 2.941 casos positivos de dengue. Destes, cinco pessoas tiveram mortes confirmadas em decorrência de complicações da doença.
Na semana passada, o Marília Notícia divulgou que a cidade voltou a registrar um volume significativo de novos casos.
As confirmações nas últimas seis semanas já somam mais da metade do que foi registrado desde o início do semestre, em julho.
Somente nos setes dias entre 2 e 9 de dezembro, quando foi divulgado o último boletim, foram registrados 35 casos.
RECURSOS DA SAÚDE
Os estados e municípios recebem valores anuais do Piso Fixo de Vigilância em Saúde, que financia a execução das ações.
Além disso, o Ministério da Saúde autorizou o repasse de recurso financeiro do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos Estaduais, Distrital e Municipais de Saúde, relativo ao apoio financeiro para as ações contingenciais de vigilância e prevenção de endemias com ênfase em arboviroses.
Os recursos serão formalizados por meio de portaria nos próximos dias.
Os serviços a serem realizados na cidade com a verba ainda não foram divulgados pela administração. O espaço para comunicação do trabalho está garantido.
Em nota, a Vigilância Epidemiológica esclarece que o recurso pode ser utilizado em ações de prevenção e controle voltado às arboviroses.
“A Vigilância Epidemiológica, visando a saúde do trabalhador e atenção primária, possui uma rotina de reuniões quinzenais no grupo de vigilância da saúde para discutir situações, incluindo as arboviroses urbanas. Destas reuniões saem disparadores para a utilização de recursos, inclusive.”
Ainda de acordo com o órgão, conforme a situação epidemiológica e ambiental das arboviroses no município, as necessidades que surgem serão pontuadas e o recurso utilizado nestas ações.
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