Até o dia 10 de maio deste ano, 978 mulheres – entre mães de primeira viagem e com outros filhos – deram à luz em Marília. Os dados são da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP), que fez levantamento local a pedido do Marília Notícia.
De acordo com a Arpen-SP, 2.919 marilienses tiveram bebê em 2022 e 2.806 em 2023. Os partos são realizados na Maternidade Gota de Leite, Hospital Materno Infantil (HMI), Santa Casa e Hospital Beneficente Unimar (HBU).
Segundo a pediatra da Gota de Leite, Beatriz Caldeira Pereira, de 30 anos, a maioria dos partos em Marília envolve mulheres com faixa etária entre 19 e 30 anos. “São mães mais jovens que optam por partos normais ou cesárias, porém, na Gota predominam procedimentos normais, por conta dos pré-natais de baixo risco”, informa a médica.
Beatriz exerce a profissão por quatro anos, somando sua residência em pediatria e o período pós-faculdade. “Atuo na recepção dos bebês após seus partos, dando apoio ao médico obstetra. Neste período de atuação médica, já acompanhei mais de 100 partos na residência e na Gota de Leite. Sempre incentivamos o contato ‘pele a pele’ com a mãe e o aleitamento materno na primeira hora de vida da criança”, destaca.
CUIDADOS COM A SAÚDE
Conforme informações da ONG Prematuridade.com, as mulheres grávidas devem estar atentas aos sinais da dengue, já que os sintomas podem ser facilmente confundidos com os da gestação, o que pode causar o diagnóstico tardio e gerar complicações para os bebês.
Para o médico infectologista Fábio Bombarda, as complicações da dengue podem ocasionar baixo peso da criança ao nascer e um risco ampliado de hospitalização.
“Em geral, as manifestações são dominadas por um mal-estar inespecífico, fadiga, dores pelo corpo, nas articulações e no fundo dos olhos, febre, cefaleia e manchas na pele”, explica o infectologista.
Algumas outras características gestacionais comuns podem ser exacerbadas quando se está com dengue, como o aumento da permeabilidade dos vasos de todo o corpo e da placenta, que pode resultar em uma ampliação nas taxas de abortamento, prematuridade, restrição do crescimento do bebê e até morte fetal.
“A dengue é uma doença grave e na gestação o perigo é ainda maior, então, é muito importante nos primeiros sinais a mulher busque atendimento médico para o diagnóstico e acompanhamento. O diagnóstico feito de maneira precoce contribui para uma ação mais efetiva e uma redução da morbidade e da mortalidade”, ressalta o infectologista.
Em dados atualizados do boletim da Vigilância Epidemiológica, Marília tem hoje 6.535 casos de dengue confirmados.
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