A Prefeitura de Marília adiou a conclusão de uma licitação para compra de oxigênio medicinal, depois que o pregão eletrônico marcado para o último dia 14 terminou deserto, sem empresas interessadas em dar lances pelo contrato.
O edital prevê a “contratação de empresa especializada em recarga de cilindro de oxigênio medicinal, sob regime de comodato”.
O certame era voltado especificamente para microempresas (ME), empresas de pequeno porte (EPP) e equiparados – como cooperativas ou microempreendedores individuais – e o material seria destinado ao 10º Grupamento de Bombeiros.
O caso retrata a situação geral do mercado, em que hospitais e outros serviços de saúde estão com dificuldade em comprar oxigênio, item cuja a demanda cresceu muito em decorrência das internações por Covid-19.
A nova data para realização do pregão eletrônico foi marcada para o dia 4 de maio. Caso a Prefeitura não encontre nenhuma empresa interessada no fornecimento pela segunda vez, fica autorizada legalmente a compra direta – ou seja, com dispensa de licitação.
Há cerca de um mês, o Marília Notícia mostrou as dificuldades da cidade e de outros municípios da região envolvendo a logística do oxigênio medicinal.
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