Segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira, Bolsonaro lidera com 27%, seguido por Haddad, com 21%. A outra metade dos eleitores está dispersa entre os demais 11 presidenciáveis (34%) ou não têm candidato (brancos, nulos ou pessoas que não sabem são 18%).
É muito mais do que nas últimas eleições presidenciais. Em 2014, os eleitores que não votavam nos dois primeiros representavam 33% do total. Em 2010, 23%. Em 2006, um 21%. Em 2002, cerca de 40%. Em 1998 e 1994, em torno de 30%.
Já em 1989, Fernando Collor e Lula foram para o segundo turno com, juntos, apenas metade dos votos – algo semelhante com o cenário traçado pelas últimas pesquisas para as eleições 2018.
“A eleição nunca esteve tão fragmentada. O eleitor foi colocado diante de diversas opções. A direita, que antes se unia em torno do PSDB, está dispersa entre várias candidaturas. Por outro lado, à esquerda, há o PT e um candidato que reúne a ala desiludida com o partido”, afirma Marcia Dias, professora de ciência política da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).
Fonte: BBC News
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