Usuários do Instagram poderão ver até três diferentes feeds de notícias na tela do smartphone, anuncia a companhia nesta quarta-feira, 23. Até então em testes, a novidade já havia sido antecipada pelo chefe da rede social, Adam Mosseri, em janeiro passado.
A plataforma permitirá que sejam escolhidas até 3 telas: “Página Inicial” (em que aparecerão todas as publicações selecionadas pelo algoritmo da empresa), “Favoritos” (com posts de contas marcadas como prioritárias pelo usuário) e “Seguindo” (com postagens de perfis seguidos pelo usuário). Por padrão, a tela principal será a página inicial.
Curiosamente, as telas de “Favoritos” e “Seguindo” apresentarão o conteúdo em ordem cronológica – sem o filtro de algoritmos, portanto. A decisão reverte decisão do Instagram de 2017, quando a rede social trocou esse modelo por um em que a plataforma sugere materiais conforme o gosto do cliente.
“Pesquisas apontaram que a nossa comunidade está mais satisfeita com um feed classificado por algoritmo, por isso não estamos padronizando a experiência de todos em um Feed cronológico”, justificou a empresa em nota. “Queremos que as pessoas tenham um controle significativo sobre sua experiência no Instagram. Cada um usa o Instagram de maneira diferente e esperamos que essas opções possam ajudar as pessoas a decidirem o que funciona melhor para elas.”
Ainda, a mudança pode permitir três novas formas de o Instagram entender os hábitos dos usuários e, com isso, sugerir anúncios de forma mais efetiva ao apresentar três diferentes telas. Desde o ano passado, com a implementação da nova política de privacidade do iPhone (que restringe diretamente o microrrastreamento de publicidade), redes sociais buscam maneiras de contornar a mudança e continuar a gerar receita.
Sem algoritmos
Ao abandonar o uso de algoritmos, o Instagram, empresa do grupo Meta (junto com Facebook e WhatsApp), tenta retomar a imagem de app “inofensivo”, onde usuários podem publicar e visualizar fotos sem maiores efeitos. A estratégia, porém, continua a mesma já adotada pela plataforma nos últimos anos: ferramentas para esconder conteúdos nocivos são priorizadas em relação ao combate efetivo desse tipo de publicação.
Nos últimos anos, a empresa aprimorou a ferramenta de ocultar comentários, para opções com palavras-chave, frases ou xingamentos, em conteúdos no app. No ano passado, um movimento parecido aconteceu quando as mensagens diretas também puderam receber o filtro.
Em outubro de 2021, após revelação de documentos internos da Meta, o Instagram e o Facebook foram acusados de negligência com o bem-estar dos usuários das plataformas em prol do crescimento das companhias, que buscavam a monetização a todo custo. Desde então, as redes sociais, incluindo o rival Twitter, tentam amenizar desinformação e conteúdo odioso em suas plataformas, controladas por algoritmos que têm por objetivo “prender” o usuário à tela.
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