Inauguração e entrega da praça reformada será nesta sexta-feira à noite em grande evento festivo (Foto: Divulgação)
Um aplicativo desenvolvido por estudantes da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Bauru promete mudar o jeito de “ver” e perceber a cidade às pessoas com deficiência visual. O Siga – Guia Acessível da Cidade, iniciativa, que busca estimular a autonomia e independência deste público, vai trazer audiodescrição de prédios, praças e espaços públicos também de Marília.
O projeto integra página web e aplicativos com sistema de geolocalização, que oferecem informações gerais, curiosidades e história de pontos de interesse das cidades. Além disso, o dispositivo traz audiodescrição detalhada de aspectos físicos, arquitetônicos, estilísticos e dimensionais dos locais e vias, que podem ser prédios, ruas, parques, praças, templos, igrejas, shoppings e outros espaços.
As informações e audiodescrições estão inseridas em arquivos de áudio, disponíveis em apps dos sistemas Android e iOS e na página web [clique aqui].
A produção tem como público preferencial as pessoas com deficiência visual, mas atende também qualquer pessoa que tenha interesse em conhecer as cidades. O principal objetivo da tecnologia é oferecer aos usuários informações importantes sobre sua localidade, para que possam conhecê-la melhor e ter uma vivência cotidiana mais autônoma e independente. Para isso, contribuem principalmente a audiodescrição e a geolocalização.
A ideia partiu da necessidade de se pensar e promover acessibilidade para inclusão de pessoas com deficiência, em uma perspectiva de inovação social na cidade de Bauru, onde se localiza o Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão em Mídia e Acessibilidade Biblioteca Falada, da Unesp/Bauru, responsável pelo desenvolvimento do projeto.
Com a alta demanda e a evolução da proposta, houve a expansão do Siga para outras cidades, como Botucatu e Marília. Em Marília, cerca de 20 localidades já foram visitadas e audiodescritas, para inserção no aplicativo e no site. Locais como Teatro Municipal, praça Maria Izabel, Museu de Paleontologia, Paço Municipal e Shopping Esmeralda são alguns dos lugares que farão parte do aplicativo.
O Biblioteca Falada é um laboratório que produz mídia sonora acessível e audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Sob a coordenação da professora Suely Maciel, cerca de 300 alunos da Unesp passaram pelo Biblioteca Falada, desde 2013, construindo conhecimentos e produtos sobre acessibilidade na comunicação, na mídia, na cultura e na educação.
A versão para Botucatu e Marília têm previsão de lançamento em dezembro de 2024. Contate o projeto pelo e-mail bibliotecafalada@gmail.com ou pelo Instagram @bfalada.
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