O nível fraco da atividade econômica e o aumento no desemprego começam a refletir em programas importantes do governo federal. No Minha Casa Minha Vida, a inadimplência aumentou.
Segundo o Ministério das Cidades, o atraso superior a 90 dias (período em que o cliente é considerado inadimplente pelos bancos) atingiu 21,8% dos financiamentos da faixa 1 do programa, destinada às famílias com renda mensal de até R$ 1.600. Em abril de 2014 essa taxa era de 17,5%.
De acordo com o jornal ‘Folha de S.Paulo’, esse grupo paga mensalidades entre R$ 25 e R$ 80 por um período de 10 anos, o que corresponde a 5% do valor total do imóvel. O que não for pago é bancado pelo Tesouro Nacional.
Nas faixas 2 e 3, que incluem famílias com renda de até R$ 5 mil, a inadimplência subiu de 1,9% para 2,2%.
Nesses casos, as perdas são assumidas pelo banco concedeu o empréstimo ao beneficiário do Minha Casa Minha Vida.
Por causa dos atrasos nos pagamentos, a Caixa suspendeu o programa Minha Casa Melhor, uma linha de compra para móveis e eletrodomésticos.
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