Antes apenas a DTP, que protegia contra difteria e tétano, estava disponível na rede pública de saúde. “A inclusão da coqueluche é fundamental, já que a doença apresenta um alto índice de letalidade, principalmente em crianças com até dois meses de vida. Ao tomar a vacina, a gestante e o feto ficam protegidos contra a doença. A imunização oferecida pela nova vacina acelular é fundamental para proteger, além das gestantes, os bebês que já nascerão com os anticorpos necessários à prevenção da difteria, do tétano e agora também da coqueluche. Com isso, pretendemos diminuir tanto o número de casos quanto o número de mortes de recém-nascidos, causadas por essas doenças, por meio de medidas preventivas como a vacinação”, explicou Rachel Ramirez, supervisora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde.
No calendário do SUS, a vacina já é oferecida para as crianças de até seis anos. A primeira dose deve ser recebida aos dois meses, a segunda, aos quatro, e a terceira, aos seis.
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