O Relatório de Mercado Focus mostrou nesta segunda-feira, 17, nova melhora nas expectativas para a alta do IPCA – índice de inflação oficial – em 2022, mas também nos anos considerados pelo Banco Central (BC) no horizonte de política monetária – 2023 e 2024 -, um bom sinal para a estratégia de juros adotada pelo órgão.
A projeção para 2022 cedeu de 5,71% para 5,62%, a 16ª redução seguida. Há um mês, a mediana era de 6,00%. A previsão para 2023 passou de 5,00% para 4,97%, enquanto, para 2024, a estimativa arrefeceu de 3,47% para 3,43%. Há um mês, as medianas eram de 5,01% e 3,50%, nessa ordem.
Considerando somente as 76 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana para 2022 passou de 5,63% para 5,56% Para 2023, variou de 5,00% para 4,93%.
As medianas na Focus para a inflação oficial em 2022 e 2023 estão se aproximando do teto da meta para esses horizontes, mas ainda apontam para três anos de descumprimento do mandato principal do BC, considerando o estouro de 2021. Para 2024, a projeção do mercado segue acima do alvo central de 3,00%, mas tem se movimentado na sua direção.
A meta para 2022 é de 3,50%, com tolerância superior de até 5,00%, enquanto, para 2023, a meta é de 3,25%, com banda até 4,75%. Para 2024, os limites são de 1,50% e 4,50%.
Atualmente, o horizonte relevante da política monetária considera os anos de 2023 e, em menor grau, de 2024, mas, devido às incertezas sobre a política de desoneração tributária sobre os combustíveis, o Banco Central tem dado ênfase ao horizonte de 12 meses até o primeiro trimestre de 2024. Como o horizonte é móvel, cada vez mais, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC vai olhar para a inflação em 2024 para tomar suas decisões.
Na Focus, a previsão para 2025 permaneceu em 3,00%, porcentual igual ao de 66 semanas atrás. A meta para o ano é de 3,00%, com intervalo de 1,5% a 4,5%.
No Copom de setembro, o BC atualizou suas projeções para a inflação com estimativas de 5,8% em 2022, 4,6 % em 2023 e 2,8% para 2024. O colegiado manteve a Selic em 13,75% ao ano, decretando o fim de seu mais longo ciclo de alta de juros.
Outros meses
Os economistas do mercado financeiro reduziram a projeção para o IPCA de outubro no Boletim Focus, de alta de 0,34% para avanço de 0,33%, contra 0,41% há um mês.
Para o IPCA de novembro, a estimativa passou de 0,46% para 0,45%, de 0,50% um mês antes. Para dezembro, a previsão mediana para o indicador variou de 0,71% para 0,70%. Era de 0,75% há quatro semanas.
Já a expectativa para a inflação suavizada para os próximos 12 meses acelerou de alta de 5,20% para avanço de 5,24% – há um mês, estava em 5,10%.
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