Estudantes e docentes da Famema abordaram a população para demonstrar as primeiras medidas para identificar uma parada cardíaca (Foto: Divulgação)
A Faculdade de Medicina de Marília (Famema) realizou nesta terça-feira, 29 de agosto, ação de conscientização, no Terminal Rodoviário Urbano, referente ao Dia Nacional de Reanimação Cardiopulmonar (RCP).
Entre 9h e 16h, estudantes e docentes da Famema abordaram a população para demonstrar as primeiras medidas para identificar uma parada cardíaca.
A ação tem o apoio nacional da ABRAMEDE – Associação Brasileira de Medicina de Emergência que divulga números preocupantes, a cada 100 pessoas que sofrem parada cardíaca, 90 morrem antes de chegar ao hospital.
“Nosso objetivo é mostrar que é possível mudar essas estatísticas. Nesta ação, estamos demonstrando os procedimentos que devem ser feitos diante de uma parada cardiorrespiratória. Esse é o nosso compromisso com a população”, disse o Dr. Renato Augusto Tambelli, coordenador da Unidade Urgência e Emergência do Hospital das Clínicas e um dos coordenadores do Projeto Alfa da Famema.
(Foto: Divulgação)
As orientações básicas são divididas em três passos.
1º – Reconheça a parada. Diante de uma pessoa inconsciente, chame-a vigorosamente. Se não responder, nem respirar, é uma possível parada cardiorrespiratória.
2º – Chame ajuda. Acione o serviço de emergência, como exemplo o SAMU pelo 192.
3º – Inicie a RCP. Mãos no centro do tórax. Deixe os braços esticados, ombros em cima da mão e dedos cruzados. Comprima com o peso do seu corpo. Comprima profundo e rápido. A RCP promove o bombeamento do sangue substituindo a função do coração até o retorno da circulação espontânea.
O auxiliar Luiz Antônio Lucas aprovou a ação. “Eu não costumo parar quando me entregam panfletos. Estou no horário do almoço e não tenho muito tempo. Mas parei, ouvi e aprendi a fazer os movimentos. Isso tudo é muito válido, A gente nunca sabe quando vai poder usar, mas se precisar, pode ajudar”, comentou.
“Em países como a Suécia, informação e conscientização reverteram números de paradas cardiorrespiratórias por ação da população leiga. No Brasil, apenas 2% das pessoas com parada cardiorrespiratória sobrevivem. É pouco. Precisamos de mais ações como essa. Vamos expandir para a população”, enfatizou o Dr. Renato Augusto Tambelli.
(Foto: Divulgação)
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