Polícia

Estudante agredido em Oriente é transferido para Pompeia

Escola Estadual Cultura e Liberdade admitiu aluno (Foto: Divulgação)

A família do adolescente de 14 anos agredido dentro da Escola Estadual Dona Vitu Giorgi, em Oriente, ganhou um desfecho que considerou positivo, após semanas de angústia. O jovem foi admitido na Escola Estadual Cultura e Liberdade, em Pompeia. O caso foi divulgado pelo Marília Notícia nesta quarta-feira (20).

Segundo a mãe do estudante, que entrou em contato com a reportagem para agradecer, o sentimento agora é de alívio. Ela considerou a oportunidade um recomeço, com perspectiva de paz para o filho.

No início de agosto, veio à tona um caso de agressão física dentro do ambiente escolar. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostrou o adolescente sendo socado por um colega no banheiro da escola. A Polícia Civil de Oriente investiga o caso como bullying e um boletim de ocorrência foi registrado.

PROVIDÊNCIAS

A informação sobre o ocorrido circulou pela escola, mas, segundo a mãe da vítima, a direção não comunicou imediatamente a família, o que gerou revolta. A vice-diretora teria informado sobre a agressão apenas duas semanas depois, durante a entrega do boletim escolar.

Após o episódio, a família solicitou a transferência imediata do aluno, que se recusava a voltar à escola onde foi agredido. A Secretaria Estadual da Educação, por meio da URE de Marília, afirmou que prestou apoio psicológico e promoveu mediação entre os envolvidos. Ainda assim, a família optou pela transferência como forma de preservar o bem-estar do adolescente.

Com o aceite da escola em Pompeia, o estudante terá agora a oportunidade de retomar sua rotina escolar em um novo ambiente. A mudança foi viabilizada com aval da Unidade Regional de Ensino (URE).

CONVIVA

Ao MN, a Secretaria de Educação do Estado se manifestou e informou que “repudia qualquer forma de violência, seja dentro ou fora do ambiente escolar. Assim que tomou conhecimento do ocorrido no banheiro da unidade, a equipe gestora acolheu os estudantes e convocou os responsáveis para reunião de mediação.”

A equipe regional do Conviva acompanha o caso, segundo a Secretaria. “Um profissional do programa Psicólogos nas Escolas está prestando suporte aos alunos, e a escola fortaleceu o desenvolvimento ações de mediação de conflitos e promoção da cultura de paz com toda a comunidade escola informou.

Por fim, o Estado declarou que a URE Marília e a unidade escolar permanecem à disposição da comunidade para eventuais esclarecimentos.

Carlos Rodrigues

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