A estação de Marília foi aberta como ponta de linha do então Ramal de Agudos no final de 1928. O vereador Silvio Harada fez um requerimento ao prefeito Vinicius Camarinha pedindo a revitalização da área. “É preciso uma providência. O local fica feio, é abrigo para consumo de drogas e causa uma insegurança grande na população”, alega o vereador.
Hoje uma parte da estação, durante o dia, é usada como estacionamento privado. A noite os usuários de drogas tomam conta do local. Crack é o principal entorpecente usado. A reportagem do MN, flagrou semana retrasada uma intervenção da Polícia Militar no local, por volta da meia noite, devido a usuários que brigaram entre si (um deles armado com uma faca).
Prostituição também é uma reclamação. Fontes do MN revelam que mulheres acabam fazendo sexo no armazém abandonado, muitas vezes também em troca de drogas. Segundo a prefeitura de Marília é possível que um centro cultural seja instalado na estação, mas não dá maiores detalhes.
Para a Polícia Militar, apesar da necessidade de revitalização da área, o espaço deixou de ser um problema de segurança. “A Polícia Militar mantém o patrulhamento diário no local por conta do fluxo de pessoa. No entanto, neste ano, somente um caso de furto foi registrado”, afirma a capitã da PM, Meire Andréia de Moraes, em entrevista a uma rede de televisão.
Com informações do G1
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