Marília

Esquadrilha da Fumaça faz apresentações em Marília

A Esquadrilha da Fumaça realizará no próximo dia 28, em um sábado, a partir das 16h, uma grande apresentação de demonstrações aéreas em Marília.

O evento poderá ser acompanhado de perto pela população na área interna do Aeroporto Estadual de Marília “Frank Miloye Milenkovich”, onde haverá também brinquedos infláveis e camas elásticas para a diversão das crianças, e distribuição gratuita de pipoca e algodão doce.

A Esquadrilha da Fumaça (EDA), a segunda mais antiga do mundo, localiza-se na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga, no estado de São Paulo.

Com mais de 3.700 demonstrações realizadas no Brasil e em 21 países, o EDA representa para milhares de pessoas a oportunidade de estabelecer contato, de maneira emocionante e inesquecível, com a Força Aérea Brasileira.

A implantação da nova aeronave, mais moderna e compatível com o atual contexto tecnológico, representa o início de uma nova era caracterizada pela inovação e pelo progresso.

Toda apresentação conta com sete pilotos em sete aeronaves. Cada posição de voo tem uma função específica, e as manobras são realizadas ora com os sete aviões, ora com quatro, ora com três e ora com um avião, o Isolado.

Um oitavo piloto fica em solo realizando a locução. As missões também podem contar com avião de apoio para o transporte de equipe e material. A demonstração tem duração de 35 minutos e conta com cerca de 50 acrobacias.

A demonstração com o A-29 Super Tucano procurou seguir a sequência de manobras que eram realizadas com o avião anterior, o T-27 Tucano, fazendo as adequações necessárias devido ao fato de a aeronave ser mais potente e apresentar maior capacidade operacional.

Outra novidade é a adoção da fumaça ecologicamente correta, baseada no conceito sustentável de não agredir o meio ambiente.

Duas manobras que não estavam mais sendo executadas pelo T-27: Lancevaque e Chumbóide. São acrobacias que voltaram a ser realizadas pelo EDA, sendo uma combinação de comandos aplicados pelo piloto que provoca uma reação da aeronave que se assemelha a “cambalhotas no ar”.

No caso do Lancevaque, os giros são mais verticalizados. Enquanto que o Chumboide tem o perfil mais horizontal. Para o público, traz a impressão de que o avião está descontrolado, mas o piloto tem total controle sobre a aeronave, podendo retornar ao voo normal a qualquer momento.

 

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