Entidades recorrem à ONU contra a decisão do governo brasileiro de modificar a definição de trabalho escravo e de deixar nas mãos do ministro do Trabalho a inclusão de empresas na chamada “lista suja”, que engloba aqueles que desrespeitam os direitos trabalhistas.
Num apelo urgente enviado ontem a alguns dos principais relatores da ONU, a entidade Conectas e a Comissão Pastoral da Terra solicitam que a ONU peça a revogação imediata da medida. Para as entidades, a portaria “contraria a Constituição, o Código Penal e instrumentos internacionais dos quais o Brasil é parte”.
Num documento de mais de 20 páginas, as duas organizações condenam veementemente a portaria e argumentam que a decisão do governo representa o “ataque mais violento contra o sistema de combate ao trabalho escravo no Brasil”.
O documento também “alerta para o dano irreparável que a medida pode trazer aos direitos dos trabalhadores e pede a revogação imediata da portaria, a garantia de destinação de recursos para o combate ao trabalho escravo e que o Estado brasileiro se comprometa a não promover mais retrocessos nessa área”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Edição anterior do evento, que já é sucesso de público (Foto: Divulgação/Assessoria AEA) A Associação…
Convênio envolve Fundação Shunji Nishimura e organização educacional canadense (Foto: Divulgação) A Prefeitura de Pompeia…
O vereador Danilo da Saúde defende que o treinamento adequado permite respostas rápidas em crises…
eficiência no uso da água resulta da combinação entre infraestrutura adequada, manutenção preventiva e acompanhamento…
Estado bateu recorde de cirurgias eletivas (Foto: Governo de São Paulo/Divulgação) A rede pública e…
Marcondele carrega a bola durante jogo contra o XV de Jaú (Foto: Matheus Dahsan) O…
This website uses cookies.