Uma pessoa transexual de 35 anos foi presa em flagrante na manhã desta quarta-feira (10) depois de ser flagrada como olheira e entregadora de drogas, em uma conhecida biqueira no bairro Alcides Matiuzzi, zona norte de Marília.
A ação foi realizada por investigadores da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), que já monitoravam a movimentação na avenida Antônio Lourenço.
A apuração policial indicava o comércio de drogas no local. Os agentes da especializada iniciaram uma campana na região. Eles observaram uma pessoa com cabelos longos, vestida com top azul e calça preta, que parecia atuar como olheira.
Em um determinado momento, um comprador se aproximou e a suspeita se dirigiu a um comparsa. O rapaz, que vestia camiseta branca e shorts escuro, estava um pouco mais distante e retirou uma porção de drogas de uma sacola plástica e a entregou à olheira, que por sua vez a repassou ao comprador.
TENTATIVA DE FUGA
Diante da situação, os investigadores decidiram abordar os envolvidos. Ao perceber a aproximação dos policiais, o comparsa que estava com as drogas foi alertado pela olheira e abandonou a sacola no matagal próximo.
Ele fugiu e não foi possível sua identificação. Já a olheira, de 35 anos, foi abordada e detida. Em seu poder, nada de ilícito foi encontrado.
LOCALIZAÇÃO DA DROGA
Em diligências no local onde o comparsa abandonou a sacola, os policiais a localizaram em meio ao matagal, dentro da sacola, 36 porções de maconha envoltas em plástico transparente; cinco pinos com cocaína e nove porções de crack em papel alumínio.
Durante a abordagem, a olheira disse aos policiais que estava “a serviço” da biqueira há um mês e que exercia a função de vigia, além de participar da entrega da droga. Ela afirmou que recebia R$ 100 por dia.
O comprador que adquiriu a droga, segundo a polícia, não foi abordado no momento para não prejudicar o andamento da investigação e a prisão dos suspeitos.
A trans permanecerá detida até a audiência de custódia.
DENUNCIE
Denúncias sobre o tráfico de drogas e outros crimes podem ser feitas à polícia mesmo que de forma anônima. Os telefones são 181 (Polícia Civil) e 190 (Polícia Militar). É possível encaminhar denúncias também por meio do site www.webdenuncia.sp.gov.br.
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