Diretores foram recebidos por Orlando Silva (PCdoB).
O orçamento federal para 2017 deverá conter emendas parlamentares em prol da Santa Casa de Marília. A instituição é referência em Alta Complexidade para o Sistema Único de Saúde (SUS) para 62 municípios, por meio da DRS IV (Direção Regional de Saúde).
Diretores da entidade e colaboradores da área de captação de recursos foram recebidos, em Brasília, por diversos deputados eleitos por São Paulo, incluindo Orlando Silva (PCdoB) e Eduardo Bolsonaro (PSC).
O secretário geral da Santa Casa de Marília, Wilson Passador, explica que o objetivo da visita foi reforçar, junto a bancada paulista, a importância estratégica da instituição mariliense para uma ampla região do interior do Estado.
O atendimento ao SUS abrange transplantes renais, cirurgias cardiológicas e procedimentos menos invasivos (hemodinâmica), tratamento clínico e cirúrgico contra o câncer, cirurgias ortopédicas, neurológicas, urológicas, terapia de queimados, entre outras especialidades. Oferece ainda, pela Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cross), vagas em UTIs para adultos, crianças e bebês recém-nascidos.
“A saúde, no nível de complexidade em que a Santa Casa é vocacionada, tem um custo muito alto. Em contraponto a essa realidade, o SUS mantém uma defasagem na cobertura dessa despesa. Por isso, precisamos da compreensão dos deputados. É importante que eles façam as indicações de emendas para instituições comprometidas”, disse Passador.
Os recursos são investidos, principalmente, para evitar que a tecnologia do hospital fique defasada. Dessa forma, já foi possível atualizar a maior parte dos equipamentos das UTIs e do Centro Cirúrgico, além de melhorar o conforto na Ala “D”, principal setor de internação do SUS.
O provedor da Santa Casa de Marília, empresário Milton Tédde, lembrou que a instituição possui certificado do Ministério da Saúde pela excelência no uso dos recursos. “É um reconhecimento muito importante que dá a segurança, à sociedade, de que estamos fazendo um trabalho sério, transparente e voltado para quem mais precisa”, disse.
Do orçamento federal de 2015, o Ministério da Saúde liberou seis emendas parlamentares, totalizando R$ 1.380.000,00. Deste valor, R$ 500 mil foram utilizados para aquisição de materiais de consumo; os demais recursos para compra de equipamentos. As indicações deste ano ainda estão em trâmite.
Conforme levantamento da Agência Câmara de notícias, os deputados e senadores apresentaram, para 2017, um total de 7.201 emendas individuais, que totalizam R$ 9,1 bilhões.
As bancadas estaduais e as comissões permanentes apresentaram mais 616 emendas, um total de R$ 87,4 bilhões. A Saúde foi a área contemplada com o maior valor, seguida de Educação e Cultura.
Eduardo Bolsonaro (PSC) também recebeu diretoria da Santa Casa.
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