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Dicas da Semana estreia com empresário indicando três livros

Variedades
11 de março de 2020

Luís Eduardo Dias é o primeiro entrevistado da coluna Dicas da Semana (Foto: Divulgação)

O arquiteto e empresário de Marília, Luís Eduardo Diaz, é o primeiro entrevistado da coluna Dicas da Semana, que passa a ser publicada pelo Marília Notícia em todas as quartas e sextas-feiras. Serão dicas sobre livros, filmes, séries, cervejas, vinhos, viagens e muito mais.

O leitor conhece um pouco dos gostos de marilienses ilustres e ainda pode participar, fazendo suas próprias sugestões. Os participantes também contam um pouco sobre as indicações e o motivo que as levam a fazê-las.

Para começar, serão indicados três livros. Uma curiosidade é que Luís Eduardo costuma ler diversos livros ao mesmo tempo, com temas variados.

Veja abaixo as indicações e os comentários do empresário.

“Livro excepcional, imprescindível, e bastante indicado para os nossos tempos” (Imagem: Reprodução)

Sapiens – Uma Breve História da Humanidade, de Yuval Noah Harari

Sapiens é um livro excepcional, imprescindível, e bastante indicado para os nossos tempos. Este livro tem o papel de nos alertar quanto à civilização que construímos a partir de crenças comuns, que acreditamos serem sólidas e eternas, mas que em algum ponto da história da humanidade foram elaboradas e solidificadas.

Ao mesmo tempo, o livro é um aviso do que vem por aí, uma civilização cada vez mais anônima frente à digitalização da vida.

“Um romance policial excepcional” (Imagem: Divulgação)

A Forma da Água, de Andrea Camilleri

Um livro incrível do escritor mais popular na Itália, ‘A forma da água’ é o primeiro de uma série de romances protagonizados por Salvo Montalbanom esse detetive siciliano que já garantiu lugar ao lado dos maiores investigadores da ficção policial como Maigret ou Marlowe.

A história se passa na pequena cidade natal de Vigàta, na Sicília, onde num grande terreno na periferia, paraíso para drogados e prostitutas, dois lixeiros encontram, entre as muitas camisinhas usadas que recolhem diariamente, o corpo do engenheiro Luparello, cacique da política local.

Eles correm para dar a notícia ao comissário Montalbano, que faz de tudo para descobrir a verdade, mesmo lutando contra a insuficiência das leis e a impotência do Estado italiano diante dos negócios político-mafiosos. Um romance policial excepcional, que conta além de tudo com momentos de degustação, paladares incríveis da culinária siciliana.

“As meditações guiadas e as práticas nos ajudam a encontrar nossa natureza criativa” (Imagem: Reprodução)

Criatividade Espontânea, de Tenzin Wangyal Rimpoche

O que vem à mente quando você ouve a palavra “criatividade”? Para muitos de nós, criatividade diz respeito a alguém que tem um dom singular, que se coloca completamente a serviço de sua arte. Dessa perspectiva, a criatividade é uma tarefa solitária – o esforço de um indivíduo para expressar sua visão particular de mundo.

Podemos, no entanto, localizar o conceito de criatividade de uma forma mais ampla, como uma força dinâmica que anima a nós todos e nos conecta com um sentido de propósito em relação aos demais e à vida?

Dessa perspectiva, a criatividade não é apenas uma faísca que acende o fogo da inspiração. É uma maneira de viver espontaneamente a partir do espaço de qualidades positivas como amor, compaixão e alegria. Em Criatividade espontânea o aclamado autor e professor de meditação Tenzin Wangyal Rinpoche toma por base os ensinamentos da Tradição Bön do budismo tibetano para nos guiar no desenvolvimento de habilidades de nos manifestarmos plenamente em nossas vidas e expressarmos nossos dons criativos para o bem maior.

As meditações guiadas e as práticas nos ajudam a encontrar nossa natureza criativa; a reconhecer e soltar a “identidade de dor” que nos detém; a despertar os poderes criativos essenciais da abertura, da consciência, da inspiração, do amadurecimento e da manifestação; e a servir aos outros com alegria.