De acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, são aproximadamente 140 mil ECFs que perderão a validade dentro desse prazo. “É preciso ficar atento e já se adaptar ao novo modelo”, disse o vice presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília (Acim), Adriano Luiz Martins.
“Não tenho visto uma grande mobilização neste sentido”, falou em tom de preocupação o dirigente mariliense. O ECF terá de ser substituído pelo Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos (Sat), desenvolvido pelo governo paulista, ou pela Nota Fiscal do Consumidor eletrônica (NFC-e), que é nacional.
Porém, mesmo que o contribuinte escolha operar com a NFC-e, o governo paulista obriga os estabelecimentos do Estado a terem ao menos um ponto com Sat instalado para situações denominadas de “contingências off-line”.
“Isto é para garantir a integridade dos documentos fiscais em casos de problemas com a internet, uma vez que estes serão armazenados no Sat (que é um hardware, assim como o ECF), até que a internet volte a funcionar”, explicou Adriano Luiz Martins.
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