A rodovia Transbrasiliana (BR-153) opera com desvio no trecho entre Marília e Ocauçu após grande deslizamento de pedras ocorrido no último sábado (2). A área afetada, localizada no quilômetro 265, está devidamente sinalizada e isolada, segundo a concessionária responsável pelo trecho, Triunfo Transbrasiliana.
Apesar do impacto, o tráfego flui com desvio sem prejuízos significativos à circulação de veículos. Equipes da concessionária e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) seguem mobilizadas para garantir a segurança dos usuários.
A Triunfo informa que acompanha a situação e elabora um laudo técnico para apurar as causas do deslizamento, para apontar as medidas corretivas. Mesmo com a retirada das pedras que caíram sobre a pista — algumas com toneladas de peso —, o local seguirá parcialmente interditado, com parte do fluxo desviada para o acostamento.
Segundo apurou o Marília Notícia, um geólogo deve ir ao local para avaliar a estabilidade do barranco, já que ainda há pedras soltas na encosta, que na prática oferecem riscos aos motoristas.
VISTORIAS E MEDIDAS PREVENTIVAS
A concessionária informou ter intensificado as vistorias em outros trechos da BR-153 com características geológicas semelhantes, como regiões de serra e paredões, para antecipar riscos e reforçar a segurança.
“Até o momento, não foram identificados outros pontos que apresentem risco iminente à segurança dos usuários. A Triunfo Transbrasiliana reitera seu compromisso com a segurança viária e continuará mantendo a sociedade informada sobre a evolução das ações adotadas”, informou em nota.
INFRAESTRUTURA E CRÍTICAS
A BR-153 sofre com problemas crônicos de manutenção e é alvo constante de críticas por parte de motoristas. Buracos em vários trechos, ausência de reparos e riscos de acidentes contrastam com a cobrança de pedágio ao longo da rodovia.
Usuários também cobram a duplicação da pista ou, ao menos, a implantação de terceiras faixas. Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), porém, o contrato vigente com a Triunfo Transbrasiliana não prevê obras de duplicação no trecho sob sua responsabilidade.
O contrato de concessão, atualmente no 18º ano de vigência, prevê apenas a implantação de terceiras faixas entre o 19º e o 21º anos, conforme a revisão atual do Programa de Exploração da Rodovia (PER). Com isso, as intervenções que poderiam aumentar a segurança devem começar apenas em 2026.
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