Entre o céu e o inferno. Esse é o cenário que os times grandes passam na disputa dos campeonatos estaduais. Se o desempenho é bom, o torcedor enche o estádio e apoia até o final, mas se acontece o contrário é início de crise na certa.
E foi exatamente isso que aconteceu com três dos quatro grandes do futebol paulista. O Santos enfrentou crise durante toda a disputa da primeira fase do Paulistão. A torcida protestou contra a falta de reforços e chegou a fazer campanha e redes sociais para o impeachment do presidente Andrés Rueda. Resultado: mais uma eliminação.
O Corinthians foi mais um a enfrentar a pressão do seu torcedor. Um dia após a eliminação para o Ituano nas quartas de final do Paulistão, um grupo de torcedores de organizadas invadiu o Centro de Treinamento e exigiu uma “reunião” com os jogadores, cobrando mais empenho e melhores resultados na temporada.
Já o São Paulo conseguiu gerar uma crise interna. Eliminado pelo Água Santa, o Tricolor se viu nas manchetes após o técnico Rogério Ceni cobrar de maneira ríspida o atacante Marcos Paulo após publicação em redes social. O elenco não aprovou a atitude do comandante e a diretoria precisou agir para contornar o problema, mas ainda assim o ambiente interno parece instável.
As crises não são exclusividade dos grandes de São Paulo. No Rio de Janeiro, o Flamengo oscilou no início da temporada, perdeu duas competições (Supercopa do Brasil e Recopa Sul-americana) e foi eliminado no Mundial de Clubes. Esse cenário gerou protesto de torcedores, que chegaram a pedir a saída do técnico português Vitor Pereira.
Vasco e Botafogo, também foram eliminados do Campeonato Carioca, e foram alvos das fúrias das organizadas. Os clubes que se tornaram SAFs geraram grandes expectativas nos torcedores, mas o desempenho dentro de campo ainda não apareceu.
Já em Minas Gerais, o pior aconteceu com o Cruzeiro. Eliminado nas semifinais do estadual pelo América, a equipe demitiu o técnico uruguaio Paulo Pezzolano, responsável pelo acesso a principal divisão do Brasileiro.
A grande verdade é que os estaduais sempre são desdenhados pelos clubes e imprensa, mas a rivalidade ainda move o torcedor. O desempenho abaixo do esperado causa crise logo no início da temporada. Esses campeonatos perderam força ao longo dos anos, mas os clubes precisam dar mais valor, pois a paixão é que fomenta o futebol.
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