Cardiologista e coordenador do Programa de Enfarte Agudo do Miocárdio do Hospital do Coração (HCor), Leopoldo Piegas afirma que a influência de questões emocionais no aparecimento de doenças cardiovasculares já é um consenso na área. “As pessoas mais tranquilas, sossegadas e, aí vai a questão da religiosidade, têm uma tendência menor de ter esse tipo de doença”, afirma.
O cardiologista pondera que o emocional pode funcionar como gatilho ou desencadear hábitos que prejudicam a saúde. “A pessoa (nessas condições) pode fazer menos exercício ou se alimentar mal”, diz.
Segundo José Luís Aziz, diretor de Comunicação da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, estudos já comprovam que estresse e depressão podem elevar de 20% a 30% as chances de doença cardíaca. “Pessoas que perdoam têm menos chance de ter enfarte e, quando têm, é mais leve.”
Hormônios
Professor da pós-graduação do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, Álvaro Avezum afirma que o quadro de mágoa faz com que hormônios, como a adrenalina, sejam liberados de forma inadequada, afetando o organismo. “Isso pode aumentar a pressão arterial, produzir arritmias cardíacas, trombose”, diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Jorge Messias durante sabatina no Senado (Edilson Rodrigues/Agência Senado) O plenário do Senado rejeitou a…
Em Marília, o estouro de fogos com estampidos é proibido desde 2019 (Foto: Divulgação) A…
Edital prevê a aquisição de até 4.901 lâmpadas para espaços públicos municipais (Foto: Arquivo: MN)…
O indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) Jorge Messias defendeu, em sabatina na Comissão de…
O Brasil perdeu 1,6 milhão de hectares de cobertura arbórea em floresta tropical úmida em…
As inscrições gratuitas para as vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do primeiro…
This website uses cookies.