Marília

Daniel relata alívio e diz que chorou após decisão do Estado

Prefeito Daniel, acompanhado do supervisor da Vigilância Sanitária, Luciano Vilela, e do secretário da Saúde, Cássio Luiz Pinto (Foto: Divulgação/Prefeitura de Marília)

Em pronunciamento na tarde desta sexta-feira (7), após a região de Marília ter progredido à “fase 3 – amarela” do Plano São Paulo, o prefeito Daniel Alonso (PSDB) manifestou alívio e anunciou o novo horário de funcionamento do comércio e do setor de serviços, além de ouras ações relacionadas ao controle da pandemia.

“É um alívio. Hoje eu até me emocionei. Cheguei até a chorar, porque é um peso muito grande para gente ter que enfrentar o governador, ter que enfrentar o Ministério Público, enfrentar até a Justiça para poder garantir o pão de cada dia de todo esse povo”, disse Daniel.

Por quatro dias – entre terça e sexta-feira desta semana – o comércio ficou restrito a um expediente de quatro horas, limitado pelo Plano São Paulo. A Prefeitura também teve que declarar impedidos de funcionar, após decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), salões de beleza e clubes.

Já o setor de restaurantes, bares e similares puderam atender ao público durante a semana, após terem sido beneficiados por artigos da Lei Municipal – questionada na segunda instância da Justiça – que não foram alvo da liminar que enquadrou o município.

Indicadores

O prefeito replicou em sua transmissão a apresentação que apontou indicadores favoráveis à progressão da região de Marília.

Na área da Direção Regional de Saúde (DRS-IX), que compreende também as regiões de saúde de Ourinhos, Assis, Tupã e Adamantina, a taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes positivos ou com sintomas de Covid, está em 42,9%.

A proporção de leitos para cada 100 mil habitantes é de 15,4. Já em relação à evolução da pandemia, a região teve progressão 1,04 – significa praticamente estável em relação aos 15 dias anteriores.

A região de Marília tem 35,8 pessoas internadas a cada grupo de 100 mil pessoas (número que também está estável), com três óbitos, na mesma proporção populacional.

Reforço na saúde

O secretário municipal da Saúde, Cássio Luiz Pinto, informou que a cidade vai receber 14 mil testes do Instituto Butantã. Ele disse ainda que o protocolo para tratamento medicamentoso com a combinação hidroxicloroquina + azitromicina não é impositivo, mas está à disposição dos médicos e pacientes da rede básica.

Para que médicos possam ter maior segurança na indicação, a rede recebeu cinco eletrocardiógrafos, que ficarão em unidades referência, onde a medicação poderá ser indicada – após a realização do exame cardíaco.

Carlos Rodrigues

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