Um monitoramento divulgado pelo Instituto Adolfo Lutz, neste fim de semana, aponta que na regional de Marília predomina a variante de Manaus do novo coronavírus. Chamada de P1, a cepa manauara é responsável por 51,85% dos casos de infecção que estão sendo registrados no município e cidades vizinhas.
Em seguida, conforme o relatório do instituto de referência do Estado de São Paulo, prevalece a variante P2, do Rio de Janeiro, com 20,37% dos casos; depois pela B.1.1.2.8. (brasileira) com 16,67%; pela B.1.177.52 em 5,56%; pela N.9 (nova linhagem) em 3,70% e pela B.1.1.7 (do Reino Unido) com 1,85%.
Gráfico da regional (Arte: Divulgação)
No comparativo com o monitoramento anterior feito pelo órgão, em abril, o predomínio da variante de Manaus aumentou de 2,94% para 51%, enquanto que a do Rio de Janeiro caiu de 58,82% para 20%, queda de 38 pontos percentuais.
Ainda assim, desde essa data, o DRS 9 (Departamento Regional de Saúde) conta com a circulação de nove variantes do SARS-COV-2.
O estudo completo pode ser conferido [clique aqui].
“A obtenção de panoramas de circulação das linhagens do SARS-CoV-2 por Região de Saúde é muito importante o ponto de vista epidemiológico, uma vez que as ações do poder público devem ser tomadas de maneira abrangente a partir dos dados genômicos, uma vez que o Estado de São Paulo é heterogêneo, e suas regiões particularidades, como a tradição de construção das políticas regionalizadas, a dinâmica de movimento populacional, as características geográficas, as condições socioeconômicas e orçamentárias e a participação nas diferentes Redes Regionais de Atenção à Saúde”, explica o instituto.
Mapa do Estado (Arte: Divulgação)
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