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Cepa de Manaus já predomina na região de Marília

Cidade
03 de maio de 2021

Um monitoramento divulgado pelo Instituto Adolfo Lutz, neste fim de semana, aponta que na regional de Marília predomina a variante de Manaus do novo coronavírus. Chamada de P1, a cepa manauara é responsável por 51,85% dos casos de infecção que estão sendo registrados no município e cidades vizinhas.

Em seguida, conforme o relatório do instituto de referência do Estado de São Paulo, prevalece a variante P2, do Rio de Janeiro, com 20,37% dos casos; depois pela B.1.1.2.8. (brasileira) com 16,67%; pela B.1.177.52 em 5,56%; pela N.9 (nova linhagem) em 3,70% e pela B.1.1.7 (do Reino Unido) com 1,85%.

Gráfico da regional (Arte: Divulgação)

No comparativo com o monitoramento anterior feito pelo órgão, em abril, o predomínio da variante de Manaus aumentou de 2,94% para 51%, enquanto que a do Rio de Janeiro caiu de 58,82% para 20%, queda de 38 pontos percentuais.

Ainda assim, desde essa data, o DRS 9 (Departamento Regional de Saúde) conta com a circulação de nove variantes do SARS-COV-2.

O estudo completo pode ser conferido [clique aqui].

“A obtenção de panoramas de circulação das linhagens do SARS-CoV-2 por Região de Saúde é muito importante o ponto de vista epidemiológico, uma vez que as ações do poder público devem ser tomadas de maneira abrangente a partir dos dados genômicos, uma vez que o Estado de São Paulo é heterogêneo, e suas regiões particularidades, como a tradição de construção das políticas regionalizadas, a dinâmica de movimento populacional, as características geográficas, as condições socioeconômicas e orçamentárias e a participação nas diferentes Redes Regionais de Atenção à Saúde”, explica o instituto.

 

Mapa do Estado (Arte: Divulgação)