O comando da Polícia Militar Ambiental afirmou em nota que o policial suspeito de matar o cão Tupi com um tiro na cabeça se viu acuado, tentou afugentá-lo, mas como não teve sucesso “não teve outra alternativa para afastar o animal”. A história foi revelada pela RBS TV, de Santa Catarina.
Segundo a emissora, a família de Florianópolis registrou um boletim de ocorrência sobre a morte do cachorro. Na quinta-feira (7) três policiais militares ambientais foram até a casa por causa de uma denúncia de crime ambiental feita por uma vizinha “que persegue a família”, conforme Guilherme Martins da Cunha, estudante e sobrinho da dona do cão, que não presenciou o caso, relatou nas redes sociais.
Dois dos policiais foram para a frente da casa e conversaram com a tia, contou Guilherme, enquanto o terceiro estacionou o carro da PM e veio por trás da residência.
“Nesse momento, o Tupi latiu como sempre faz, se levantou e foi em direção à porta. Minha tia se virou para pedir para ele parar e já viu que o PM tinha sacado a arma. Nem deu tempo de ela terminar de falar”, relatou o sobrinho.
A família disse que apesar de ser um cachorro grande, Tupi era dócil e costumava brincar com crianças e com os outros animais.
Fonte: Yahoo
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