A morte do baterista Rubinho Barsotti, na madrugada de quarta-feira, 15, aos 87 anos, vítima das complicações de uma cirurgia no fêmur feita depois de sofrer uma queda na casa de repouso em que vivia, levou as últimas baquetas de ouro, o último representante da primeira geração dos bateristas brasileiros. Antes deles, não havia bateria ou, ao menos, ninguém que desse a esse instrumento o status de instrumento, vivo e inteligente. E, por eles, entenda-se uma constelação de três: Milton Banana, Edison Machado e Rubinho Barsotti, todos cascas grossa que se recusaram a domesticar suas levadas mesmo durante a domesticação em massa de baterias, guitarras, baixos e vozes promovida pela bossa nova a partir de 1959.
Foi justamente contra essa sutileza dos bossa novistas que Rubinho se juntou, em 1964, ao pianista Amilton Godoy e ao baixista Luís Chaves para formar o Zimbo Trio. O samba jazz que nascia ao mesmo tempo nas casas da Praça Roosevelt, de São Paulo, e no Beco das Garrafas, no Rio, tinha poderes para se impor com uma força descomunal, sobretudo graças ao vigor dos improvisos, por mais que nunca viessem a fazer frente à popularidade da bossa nova.
Rubinho gravou 51 discos com o Zimbo Trio, tocou com Elis, Jair Rodrigues, Elizeth Cardoso e Wilson Simonal e fundou o projeto de educação musical Clam, com os amigos de Zimbo. Deixa uma legião de discípulos.
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