Marília

Avenida continua sem calçada dois anos após denúncia do MN

Aposentadas Iraci Pinto dos Santos, 71 anos, e Cleuzeli da Silva, 68 anos, se sentem em risco sem calçada (Foto: Leonardo Moreno/Marília Notícia)

Em junho de 2017 o Marília Notícia denunciou como a falta de calçada na avenida Ermelinda Clárice Sanches Casarini, na zona Oeste da cidade, estava colocando em risco a população que utiliza o trecho. Mais de dois anos depois, a situação ainda é a mesma.

Naquela ocasião a Prefeitura de Marília informou que estava fazendo um levantamento sobre a responsabilidade em relação ao problema e garantiu que seriam tomadas providências cabíveis.

No ano retrasado foi informado que, se a propriedade que fica ao lado da avenida fosse confirmada como particular, caberia notificação e multa para pressionar os donos a implementarem a calçada.

Nesta terça-feira (30) a equipe do site voltou ao local para conversar com moradores que passam por ali todos os dias.

Muitos acabam utilizando o próprio asfalto devido a falta de calçada (Foto: Leonardo Moreno/Marília Notícia)

O trajeto é muito utilizado por mães com filhos pequenos e até carrinhos de bebês, bem como por aposentados. A área sem calçada fica entre a avenida José da Silva Nogueira Júnior, que dá acesso à avenida da Saudade, e o Cemitério das Orquídeas.

As aposentadas Iraci Pinto dos Santos, 71 anos, e Cleuzeli da Silva, 68 anos, moram na Vila Coimbra e passam todos os dias pelo local. Elas contam que se sentem inseguras com risco de atropelamento.

“Ainda que não está chovendo, então dá para passar pelo meio do mato mesmo. Mas quando chove, vira lama, aí o pessoal tem que ir caminhando pelo asfalto mesmo”, relataram.

Na última semana dois vereadores chegaram a protocolar requerimentos pedindo uma solução do Executivo municipal.

 

 

(Foto: Leonardo Moreno/Marília Notícia)

Outro lado

Nesta terça-feira a Prefeitura informou por meio de nota que “se trata de uma área particular, e o proprietário do imóvel fica responsável pela calçada”.

“Assim que o proprietário começar a construção, a Prefeitura iniciará a obra com boca de lobo, guias e sarjetas”, conclui o texto.

Leonardo Moreno

Leonardo Moreno é jornalista e atualmente cursa Ciências Sociais. Vê o jornalismo de dados como uma importante ferramenta para contar histórias, analisar a sociedade e investigar o poder público e seus agentes.

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