SP - TIROTEIO/CAMPINAS/MORTOS - GERAL - Um homem entrou na Catedral Metropolitana de Campinas, cidade do interior de São Paulo, na tarde desta terça-feira, 11, e atirou em oito pessoas que estavam no local. As primeiras informações indicam que cinco pessoas teriam morrido, sendo quatro homens e uma mulher. O atirador se matou. Na hora do ataque houve corre-corre no centro da cidade, principalmente na rua 13 de Maio, uma das mais movimentadas do comércio local. O autor dos disparos usou uma pistola e um revólver. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu os feridos para hospitais da cidade. Na hora dos disparos a polícia estava mobilizada para um roubo a banco no centro de Campinas. Várias viaturas foram mobilizadas pela polícia para cercar a região. 11/12/2018 - Foto: DENNY CESARE/CÓDIGO19/ESTADÃO CONTEÚDO
A Polícia Civil investiga se o homem que matou cinco pessoas a tiros e depois se matou, no dia 11 de dezembro, na Catedral de Campinas, adquiriu as armas durante uma viagem ao Paraguai. O crime completou um mês nesta sexta-feira, 11, e a Justiça atendeu pedido feito pela investigação de mais 30 dias para a conclusão do inquérito. De acordo com o delegado Hamilton Caviola Filho, o rastreamento da pistola 9 mm e do revólver calibre 38 feito no Brasil resultou infrutífero, o que reforçou a hipótese de compra das armas no país vizinho.
Conforme o delegado, as anotações feitas por Euler Fernando Grandolpho em uma espécie de diário contêm vários relatos de viagens ao Paraguai. Em um deles, o homem faz menção à compra de armas. O pai e o irmão do autor do massacre confirmaram que ele viajou ao país vizinho, mas as datas são imprecisas. A pistola estava com numeração raspada, o que dificulta o rastreamento. As duas armas não tinham documentação. A prorrogação do inquérito foi necessária para ouvir um sobrevivente, que passou por cirurgia, após ficar com uma bala alojada no corpo.
A investigação ainda aguarda alguns laudos da perícia para entender toda a dinâmica do ataque. Euler Grandolpho, que morava em Valinhos, entrou na Catedral após a missa e abriu fogo contra os fiéis. Quatro pessoas morreram no local e três ficaram feridas. Acuado pela polícia, o atirador se matou com um tiro no ouvido. A quinta vítima morreu no hospital. Conforme a polícia, o homem tinha mania de perseguição e, no diário, falava em “fazer algo grande”, fazendo menção a “massacre”. As vítimas foram atingidas aleatoriamente. Após a tragédia, a Catedral teve a segurança reforçada.
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