Representantes da greve se reuniram ontem com o prefeito Vinicius Camarinha, pedindo atuação política do prefeito junto ao governador para que se resolva o impasse. Camarinha recebeu os funcionários e disse que vai tentar abrir as negociações, mas não prometeu nada de concreto: “O poder de decisão sobre o tema não é meu”.
O movimento irá completar 18 dias de paralisação e atinge cerca de 40% dos funcionários dos Hospitais de Clínicas, Materno Infantil e São Francisco, bem como do Instituto dos Olhos, Ambulatório Mário Covas e Hemocentro.
Os funcionários pedem 20% de melhoria salarial, entre reajuste e reposição, além da elevação do tíquete refeição de R$ 8 para R$ 18 e o aumento da licença maternidade de 120 para 180 dias. Outro pedido é a melhoria da estrutura de atendimento da população e mais funcionários para melhorar o atendimento.
“Estamos desde fevereiro negociando. A proposta, simplesmente, é que suspenda a greve, não tem uma proposta para os trabalhadores. Então, não tem como voltar”, disse em entrevista a uma emissora de TV, o presidente do SinSaúde, Aristel Carriel.
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