Daniel caiu na frente de uma igreja (Foto: Daniela Casale/Marília Notícia)
O advogado José Cláudio Bravos, que representa o policial militar que foi denunciado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) pelo homicídio do funileiro Daniel Luís da Silva de Carvalho, de 29 anos, pediu que o processo do caso seja colocado em segredo de Justiça. A solicitação foi feita depois que o Marília Notícia divulgou o vídeo que mostra parte da confusão que terminou com a morte.
A ocorrência foi registrada em 19 de junho do ano passado em uma oficina localizada na avenida Sampaio Vidal, zona Sul de Marília. O pedido para tramitação do caso sob sigilo foi protocolado na última sexta-feira (12).
A defesa alega que “a divulgação do oferecimento da denúncia por mídias como o Marília Notícia e Facebook faz repercutir nas redes sociais comentários injuriosos e ameaçadores à sua [do policial] integridade física e de seus familiares.”
O assessor jurídico cita que houve inclusive o registro de Boletim de Ocorrência devido aos comentários.
Segundo o texto, “frente a tais acontecimentos, será prudente que o juízo determine o sigilo dos autos, enquanto que, de outro lado, vai se buscar na jurisdição adequada as providências cabíveis para obstar a propagação dos eflúvios de ódio que – de fácil detecção – estão sendo irradiados a partir de comentários tendenciosos iniciados nada mais nada menos pela ex-companheira de Daniel Luís da Silva de Carvalho, o insano que tentou assassinar o funileiro Vivaldo dos Santos.”
O pedido ainda vai ser analisado pelo juiz responsável pelo caso. O MN acompanha.
Polícia no local do crime (Foto: Daniela Casale/Marília Notícia)
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