O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirmou, em sua conta do Twitter na noite de sexta-feira, 25, que a força agirá para ajudar a garantir o abastecimento da população, prejudicado pela greve dos caminhoneiros, “com base na Constituição Federal, em apoio às instituições e pela democracia”, como sempre ocorre.
O general Villas Bôas ressalvou no entanto, “é necessário que todos os setores da sociedade brasileira atuem para uma solução rápida dessa crise”.
Para esta ação, lembrou o comandante, “mais uma vez, o Exército” está sendo empregado em uma operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que valerá até o dia quatro de junho.
O comandante não cita, mas nas Forças Armadas, a avaliação é de que não só Poder Executivo deveria se empenhar para solucionar o problema desta grave crise que atinge a todos. Os militares entendem que o Judiciário, o Legislativo e também o Ministério Público têm de fazer a sua parte.
No caso do MP, os militares lembram ainda que eles deveriam estar agindo para a proteger a sociedade, que está tendo a sua dignidade afetada. Defendem também que os Estados entrem no esforço de solucionar o problema, porque ele afeta a todos os segmentos.
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