Natália Figueiredo é nutricionista especialista em nutrição clínica e saúde da mulher (Foto: Divulgação)
A microbiota é uma comunidade de microorganismos, principalmente bactérias, fungos e vírus. Ela habita o nosso trato gastrointestinal e, como costumamos chamar, é a nossa flora intestinal.
Sua importância em nosso corpo é indiscutível, afinal, quem não se sente desconfortável com o mau funcionamento do intestino, não é?
Esses microorganismos são responsáveis por produzir vitaminas, enzimas e outros componentes para a renovação celular. Além disso, a microbiota é responsável pela produção de cerca de 90% da serotonina do corpo.
Como resultado, além de manter o trato gastrointestinal equilibrado, ela está relacionada com a melhora em quadros de ansiedade, depressão e outros relacionados ao humor.
Além de sua extrema importância para o nosso trato gastrointestinal, a microbiota também sofre forte influência com as alterações causadas pelos hormônios sexuais femininos.
As alterações nos níveis hormonais, principalmente o estrogênio, afetam a microbiota intestinal que, por sua vez, influencia diversas doenças fora do intestino.
Por isso, a disbiose, que é o nome dado para o desequilíbrio da microbiota intestinal, tem sido relacionada a doenças imunológicas e metabólicas.
COMO EVITAR
Evitar alimentos que têm ação inflamatória, como os industrializados, embutidos e frituras, por exemplo, são uma ótima ação. Outra boa atitude é adicionar alimentos prebióticos (banana, aveia, cacau) e probióticos (iogurte, leite fermentado, gengibre em conserva) à dieta.
Suplementar Ômega 3 também pode ser considerado muito vantajoso, já que nosso organismo não produz esse tipo de gordura. Ela é obtido por meio de alimentos, sobretudo os peixes de água salgada, como arenque, cavalinha, sardinha e salmão, se não for de cativeiro.
Formado por três ácidos graxos – o ácido eicosapentaenoico (EPA), ácido docosa-hexaenoico (DHA) e o ácido alfa-linoléico (ALA) – o Ômega 3 pode fazer maravilhas para os hormônios, para a pele, ajuda a combater as inflamações do intestino e a reverter a sensibilidade à insulina.
O estrogênio, que vai diminuindo com o tempo, sofre oscilações também durante os meses. Ao consumir alimentos com fitoestrógenos naturais, como isoflavonas, flavonas, quercetina, resveratrol, é possível equilibrar os níveis desse hormônio, evitando, assim, os sintomas da TPM, melhorando os da menopausa e, ainda, ajudar a controlar os níveis de açúcar no sangue.
As sementes, sobretudo a de linhaça, são muito ricas em fitoestrôgenos. Tofu, brócolis, repolho as frutas vermelhas como morango e framboesa e o próprio vinho, quando consumido com moderação, porque tem resveratrol, são ótimas opções.
A nutrição desempenha um papel crucial na saúde da mulher, tanto no que diz respeito à saúde intestinal quanto aos ciclos hormonais. Uma alimentação equilibrada e saudável pode contribuir para a prevenção de diversas doenças e para uma melhor qualidade de vida.
É sempre importante buscar o acompanhamento de um nutricionista para adequar a alimentação às necessidades individuais.
Mais informações podem ser obtidas com a nutricionista Natália Figueiredo no Instituto InMulti, na rua Carlos Botelho, 703, pelos telefones (14) 3433-6198 e (14) 9 9162-7550 ou pelo site [clique aqui].
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Natália Figueiredo é nutricionista especialista em nutrição clínica e saúde da mulher (CRN-SP 58451)
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